Em comemoração ao aniversário da cidade, o Correio foi às ruas para conhecer a vida de quem fez e faz sua história. Veja também depoimentos de moradores que falam o que esperam do futuro e acesse a edição especial do Aqui-DF em homenagem à cidade

A cantora Ju Marques ganhou destaque nas redes sociais e tem como lema

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A cantora Ju Marques ganhou destaque nas redes sociais e tem como lema “De Ceilândia para o mundo” em suas apresentações – (crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Por Ana Raquel Lelles, Arthur de Souza, Davi Cruz, Giovanna Sfalsin*, Luiz Felipe Alves*, Fabio Grecchi e Yasmin Rajab — Ceilândia completa 54 anos nesta quinta-feira (27/3 e, como a cidade, cada um dos seus filhos guarda trajetórias que misturam memória, resiliência, paixão e expectativas para o futuro do lugar que chamam de lar. Para celebrar a data, trazemos retratos de personagens que definem a identidade de uma região. 

Onde o cotidiano pulsa em cada esquina e a cultura se faz presente nos bares e praças, um dos destaques é Juliana Marques, mais conhecida como Ju. Aos 28 anos, a cantora se transformou na principal voz de uma nova era musical, levando o nome da cidade para o mundo com sua mistura singular de música pop internacional e versões em brega de sucessos consagrados.

Com uma caixa de som sempre à mão e um carisma inconfundível, Ju, que tem 13 anos de carreira, começou a conquistar os holofotes ao transformar bares, botecos e até esquinas em palcos improvisados. Em vídeos espontâneos, gravados sem roteiro e cheios de autenticidade, ela interpreta clássicos como I Wanna Know What Love Is, de Mariah Carey, e Have You Ever Seen the Rain?, da banda Creedence Clearwater Revival. Essa atitude ousada rendeu à artista mais de 1,3 milhão de seguidores no Instagram, impulsionando sua carreira e dando voz à periferia de Ceilândia. “De Ceilândia para o mundo” é o lema que Ju leva com orgulho.

Com a mesma idade da cidade, 54 anos, Japão, do grupo Viela 17, nasceu e cresceu em Ceilândia. Seu primeiro endereço foi na QNM 26, no ponto final dos ônibus, conhecido como Vila do Cachorro Sentado — o único lugar onde conseguiam embarcar e seguir sentados rumo ao Plano Piloto. Com recordações de uma infância vivida nas ruas, ele lembra com carinho e saudade os tempos em que cada dificuldade se transformava em forma de resistência e identidade.

 23/03/2025 Crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF - Caderno anivesário da Ceilândia. Samba da Guariba.
O Samba da Guariba é considerado um símbolo da resistência cultural e da identidade da cidade(foto: Fotos: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

“Minhas memórias são vivas, pulsantes, cheias de poeira e alegria. Lembro dos amigos, das primeiras letras aprendidas na escola, das brincadeiras que transformavam concreto em aventura. Ali, a infância acontecia sem pressa, sem medo, com o riso ecoando alto”, contou. Para ele, a cidade pulsa arte e resistência, mesmo sem o apoio necessário. 

E, pela primeira vez, a cidade recebe o Festival Hip Hop do Cerrado, que será realizado nesta sexta-feira (28/3) na Praça do Cidadão, às 16h, em homenagem ao aniversário. “Aqui, o rap não é só música, é voz. É denúncia, identidade e história viva”, finaliza Japão.

Celeiro de talentos

A região também ecoa musicalidade com diversos gêneros, como samba, forró, rap, sertanejo, indie e rock. O Samba da Guariba, por exemplo, é considerado um símbolo da resistência cultural e da identidade da cidade. Criado por um grupo de amigos, em 2016, o evento é mensal, sempre no segundo sábado de cada mês. O coletivo surgiu para fortalecer o samba de raiz e se tornou um ponto de encontro para músicos e moradores.

    Para Danielton, conhecido como Dan, Ceilândia é sinônimo de acolhimento e oportunidade. Comunicador do coletivo que organiza o Samba da Guariba, ele destaca a importância dos encontros culturais que fortalecem a identidade local. Entre memórias afetivas e o legado de artistas que marcaram Ceilândia, Dan ressalta a relevância dos espaços públicos — como a Praça do Cidadão — que promovem a integração e o desenvolvimento cultural. Para ele, a celebração do Samba da Guariba vai além da música: é um reflexo do espírito de superação e da esperança de um futuro ainda mais vibrante.

    Tânia Regina, conhecida como DJ Tânia, encontrou em Ceilândia não apenas um novo lar, mas também uma fonte de inspiração para sua trajetória artística. Inicialmente dançarina, a mudança de Sobradinho para a cidade, em 2015, abriu-lhe as portas dos bailes, onde aprendeu e ensinou ritmos. Ceilândia ainda deu a Tânia duas novas paixões: ser DJ e ter conhecido seu marido, Djsmoogg. 

    Hoje, comanda festas que resgatam os anos 1980 e 1990. “Quando me casei, nossa casa tinha um monte de equipamentos. No início, enfrentei várias dificuldades, mas, com ajuda de amigos que já tocavam há um tempo, fui aprendendo aos poucos e começando a me apresentar em festas”, relembra.

    Para ela, Ceilândia é um lugar especial, que conta várias histórias, onde o encontro entre gerações celebra a memória e o espírito festivo da região. “A minha maior fonte de inspiração são os idosos. Sempre paro para ouvir as histórias que eles contam, quando faço isso é como viajar no tempo”, destaca.

    A cidade é um celeiro de talentos culturais, musicais e esportivos, como Katlen, 38, e Sophia Lopes, 18. Mãe e filha, levam no peito não apenas a paixão pelo karatê, mas também o orgulho de representar a cidade onde nasceram e cresceram. Com títulos nacionais e internacionais, as duas fazem dos tatames ceilandenses o grande palco de preparação para suas conquistas.

     Aniversario de Ceilandia. Ceilandia é um celeiro de talentos culturais, musicais e esportivos. Na Foto Katlen com a filha Sophia Lopes  no peito a paixão pelo Karate.
    Katlen e a filha Sophia Lopes são apaixonadas pelo karatê(foto: Luis Nova/CB/D.A Press)

    Sophia, que iniciou no esporte em 2019, logo se destacou e, em 2024, obteve o título mundial na Ilha de Malta. Inspirada pelo talento da filha, Katlen abraçou o karatê em 2023 e, com dedicação, acumulou mais de 30 medalhas e 10 troféus. Elas contam que a cidade é berço de lembranças de infância, onde as festas, as quadrilhas e os encontros comunitários deixaram marcas que fortaleceram o vínculo com a terra que as viu crescer.

    Programação de aniversário

    Quinta (27/3) — 16h 

    » Cerimônia de corte do bolo
    Praça do Trabalhador (ao lado da administração regional)

    » Inauguração da Casa do Hip-Hop de Ceilândia: DJ Jamaika
    CNM 02 (em frente
    à Praça do Metrô)

    » Gravação audiovisual:
    Seresta Internacional
    da Cantora Ju Marques
    Ao lado da Feira
    Central de Ceilândia

    De quinta (27/3) a sábado (29/3)

    » Circula DF: Shows e apresentações artísticas
    Ao lado da Feira
    Central de Ceilândia

    Sábado (29/3) — 8h

    » Desfile Cívico-Militar
    Via M1 (entre o CEM 03 e
    a administração regional)

    As comemorações vão até 27/4. Confira a programação completa no Instagram @admceilandia.

    Depoimentos de moradores

    Eles relembram como tudo começou, falam sobre suas memórias, os lugares que mais gostam e o que esperam para o futuro da cidade.

    Diego Douglas lembra das brincadeiras com seus amigos na área em que o metrô estava sendo construído no Psul
    Diego Douglas, 39 anos, gerente da Drogaria Messias — “Nasci e sempre morei em Ceilândia. Comecei na drogaria, na manutenção. Depois, fui balconista. Hoje, sou gerente, já há nove anos. O que mais gosto na cidade é a forte presença da cultura nordestina, que me lembra minhas raízes e me faz sentir em casa. Acho que Ceilândia tem ficado cada vez mais bonita e planejada, e espero que continue melhorando, principalmente com mais áreas públicas de lazer. Muitas pessoas que nasceram aqui não querem sair, então, é importante que a cidade siga evoluindo. Gosto muito da Feira Central, é o meu ponto favorito. Também vejo muitos restaurantes novos surgindo, o que acho muito positivo. Tenho filhos e pretendo criá-los aqui. Uma lembrança marcante da minha infância foi brincar nas britas do metrô em construção, perto do PSU. A gente se divertia muito ali, foi uma época que nunca esqueço.”(foto: Foto: Luiz Fellipe Alves/CB/D.A Press)
    Júlice lembra com muito carinho da construção das Upas e do investimento na saúde de Ceilândia
    Júlice Moreira dos Santos, 53 anos, autônoma — “Moro em Ceilândia há 18 anos e gosto muito da cidade. Aqui tem de tudo, tudo o que precisamos encontramos por perto. Mas acho que ainda falta mais organização, policiamento e investimentos em educação. Espero que, daqui a 20 anos, Ceilândia esteja ainda melhor, com mais áreas de lazer, mais limpeza, menos violência e mais qualidade de vida para todos. Uma das minhas melhores lembranças é a construção das UPAs e a ampliação dos restaurantes comunitários, que ajudaram muito a população mais vulnerável. No geral, acho que as campanhas de saúde também são um grande acerto da cidade. Um lugar que valorizo muito é o Centro Olímpico. Lá, faço pilates e hidroginástica, e vejo o quanto esse espaço ajuda a comunidade. Para mim, é uma verdadeira referência em bem-estar.”(foto: Foto: Luiz Fellipe Alves/CB/D.A Press)
    Uma das melhores características da cidade para Igor é o comércio local
    Igor da Silva, 25 anos, chefe de pista em um posto de gasolina no centro de Ceilândia — “Minha melhor memória em relação à cidade é ter conseguido meu emprego atual. Completo quatro anos aqui no posto em julho. Isso me ajudou demais. Gosto muito do Shopping JK, o cinema de lá é excelente. Tem um açaí aqui perto que sempre compro e considero como o melhor de Ceilândia. Acho que Ceilândia tem um potencial enorme para melhorar ainda mais. É a cidade que mais movimenta dinheiro, e acredito que vá se desenvolver bastante daqui pra frente.”(foto: Foto: Luiz Fellipe Alves/CB/D.A Press)
    Rosângela comentou sobre as festas e comemorações que movimentam os ceiladnenses
    Rosângela Souza, 40 anos, representante comercial — “A cidade é muito boa para morar, aqui tem muita união. Muitos dos momentos marcantes de que me recordo foram as comemorações locais da cidade, principalmente as festas de aniversário de Ceilândia, das celebrações que acontecem em praças e outros espaços. Acho isso muito importante para os moradores daqui. Além disso, eu também corro bastante na ciclovia, gosto de andar de bicicleta. É um bom lugar para praticar esportes. Outro local que valorizo é a Feira Central, uma tradição da cidade, lá tem muitas opções de comidas típicas e várias lojas. É o ponto de referência da cidade.”(foto: Foto: Luiz Fellipe Alves/CB/D.A Press)
    Seu Francisco viveu a construção de Ceilândia de perto
    Francisco Oliveira, 72 anos, aposentado — “Saí do Rio Grande do Norte em 1966 e morava onde hoje é o Núcleo Bandeirante. Moro em Ceilândia desde 1972. A memória mais feliz que tenho da Ceilândia foi quando a energia chegou aqui. Todo mundo morava em barracos de madeira. Quando a eletricidade chegou, todo mundo ficou feliz. Eu vi a evolução da Ceilândia, presenciei a construção da caixa d’água e da Feira Central. Hoje, devido à minha condição de saúde, não consigo andar muito, mas sempre caminho pela Praça do Cidadão. Fico por aqui conversando, tomando uma cervejinha no bar e vendo o tempo passar. Eu espero que, no futur,o tenha mais lazer e mais segurança na cidade. Lembro das quadrilhas juninas que dançavam aqui na praça e me dá muita saudade.”(foto: Foto: Luiz Fellipe Alves/CB/D.A Press)
    Sávio gosta de passear no shopping e nos bares da cidade
    Sávio Oliveira, 28 anos, assistente técnico — “Sempre lembro da época de Natal, das ruas todas iluminadas e coloridas. Aqui na cidade tem muita coisa pra fazer, gosto muito de ir ao shopping, de me reunir em alguns bares e restaurantes, aproveitar bem esses lugares. Eu espero que, no futuro, Ceilândia fique ainda mais segura, com pistas melhores e com mais espaço de lazer, com mais parquinhos para as crianças. Na parte onde os ambulantes trabalham, vai ter um projeto de estacionamento, então, também espero que tenha um espaço para eles.”(foto: Foto: Luiz Fellipe Alves/CB/D.A Press)

     *Estagiários sob supervisão de Malcia Afonso

    Povo Fala!

    Sávio Oliveira, 28 anos,  assistente técnico — “Sempre lembro da época de Natal, das ruas todas iluminadas e coloridas. Aqui na cidade tem muita coisa pra fazer, gosto muito de ir ao shopping, de me reunir em alguns bares e restaurantes, aproveitar bem esses lugares. Eu espero que, no futuro, Ceilândia fique ainda mais segura, com pistas melhores e com mais espaço de lazer, com mais parquinhos para as crianças. Na parte onde os ambulantes trabalham, vai ter um projeto de estacionamento, então, também espero que tenha um espaço para eles.”

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    Diego Douglas, 39 anos, gerente da Drogaria Messias – “Nasci e sempre morei em Ceilândia. Comecei na drogaria na manutenção, depois fui balconista e hoje sou gerente, já há nove anos. O que mais gosto na cidade é a forte presença da cultura nordestina, que me lembra minhas raízes e me faz sentir em casa. Acho que Ceilândia tem ficado cada vez mais bonita e planejada, e espero que continue melhorando, principalmente com mais áreas públicas de lazer. Muitas pessoas que nasceram aqui não querem sair, então é importante que a cidade siga evoluindo. Gosto muito da Feira Central, é o meu ponto favorito. Também vejo muitos restaurantes novos surgindo, o que acho muito positivo. Tenho filhos e pretendo criá-los aqui. Uma lembrança marcante da minha infância foi brincar nas britas do metrô em construção, perto do PSU. A gente se divertia muito ali, foi uma época que nunca esqueço”, lembrou, com nostalgia.

    Júlice Moreira dos Santos, 53 anos, autônoma – “Moro em Ceilândia há 18 anos e gosto muito da cidade. Aqui tem de tudo, tudo o que precisamos encontramos por perto. Mas acho que ainda falta mais organização, policiamento e investimentos em educação. Espero que, daqui a 20 anos, Ceilândia esteja ainda melhor, com mais áreas de lazer, mais limpeza, menos violência e mais qualidade de vida para todos. Uma das minhas melhores lembranças é a construção das UPAs e a ampliação dos restaurantes comunitários, que ajudaram muito a população mais vulnerável. No geral, acho que as campanhas de saúde também são um grande acerto da cidade. Um lugar que valorizo muito é o Centro Olímpico. Lá, faço pilates e hidroginástica, e vejo o quanto esse espaço ajuda a comunidade. Para mim, é uma verdadeira referência em bem-estar”, contou, animada. 

    Igor da Silva, 25 anos, chefe de pista em um posto de gasolina no centro de Ceilândia – “Minha melhor memória em relação à cidade é ter conseguido meu emprego atual. Completo quatro anos aqui no posto em julho, e isso me ajudou demais. Gosto muito do shopping JK, o cinema de lá é excelente. Tem um açaí aqui perto que sempre compro e considero como o melhor de Ceilândia. Acho que Ceilândia tem um potencial enorme para melhorar ainda mais. É a cidade que mais movimenta dinheiro, e acredito que vá se desenvolver bastante daqui pra frente”, comentou.

    Rosângela Souza, 40 anos, representante comercial – “A cidade é muito boa para morar, aqui tem muita união. Muitos dos momentos marcantes de que me recordo foram as comemorações locais da cidade, principalmente as festas de aniversário de Ceilândia, das celebrações que acontecem em praças e outros espaços. Acho isso muito importante para os moradores daqui. Além disso, eu também corro bastante na ciclovia, gosto de andar de bicicleta. É um bom lugar para praticar esportes. Outro local que valorizo é a Feira Central, uma tradição da cidade, lá tem muitas opções de comidas típicas e várias lojas. É o ponto de referência da cidade”, disse.

    Francisco Oliveira, 72 anos, aposentado – “Saí do Rio Grande do Norte em 1966 e morava onde hoje é o núcleo bandeirante. Moro em Ceilândia desde 1972. A memória mais feliz que tenho da Ceilândia foi quando a energia chegou aqui. Todo mundo morava em barracos de madeira e quando a eletricidade chegou todo mundo ficou feliz. Eu vi a evolução da Ceilândia, presenciei a construção da caixa d’água e da feira central. Hoje, devido à minha condição de saúde, não consigo andar muito, mas sempre caminho pela praça do cidadão. Fico por aqui conversando, tomando uma cervejinha no bar e vendo o tempo passar. Eu espero que no futuro tenha mais lazer e mais segurança na cidade, lembro das quadrilhas juninas que dançavam aqui na praça e me dá muitas saudades”, relembrou, saudoso.

    Sávio Oliveira, 28 anos,  assistente técnico – “Sempre lembro da época de natal, das ruas todas iluminadas e coloridas. Aqui na cidade tem muita coisa pra fazer, gosto muito de ir ao shopping, de me reunir em alguns bares e restaurantes, aproveitar bem esses lugares. Eu espero que no futuro, Ceilândia fique ainda mais segura, com pistas melhores e com mais espaço de lazer, com mais parquinhos para as crianças. Na parte onde os ambulantes trabalham, vai ter um projeto de estacionamento, então também espero que tenha um espaço para eles”, destacou.

    Com informações do Correio Braziliense

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