Em denúncia enviada ao STF, a PGR aponta que Jair Bolsonaro atuou para impedir a transição democrática de poder
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou pela primeira vez sobre a denúncia contra o ex-chefe do Executivo Jair Bolsonaro (PL) e aliados. O petista defendeu que o ex-presidente e os acusados tenham direito à presunção de inocência e, caso a provem, serão livres.
“A decisão de ontem é uma decisão da PGR [que] indiciou as pessoas. Eu não vou comentar um processo que está na Justiça. Eu posso dizer que, no tempo que eu governo o Brasil, todas as pessoas têm direito à presunção de inocência”, disse Lula. “Se eles provarem que não tentaram dar golpe, e se eles provarem que não tentaram matar o presidente, o vice-presidente e o presidente do Superior Tribunal Eleitoral, eles ficarão livres e serão cidadãos que poderão transitar pelo Brasil inteiro”, completou o chefe do Executivo federal.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou pela primeira vez sobre a denúncia contra o ex-chefe do Executivo Jair Bolsonaro (PL) e aliados. O petista defendeu que o ex-presidente e os acusados tenham direito à presunção de inocência e, caso a provem, serão livres.
“A decisão de ontem é uma decisão da PGR [que] indiciou as pessoas. Eu não vou comentar um processo que está na Justiça. Eu posso dizer que, no tempo que eu governo o Brasil, todas as pessoas têm direito à presunção de inocência”, disse Lula. “Se eles provarem que não tentaram dar golpe, e se eles provarem que não tentaram matar o presidente, o vice-presidente e o presidente do Superior Tribunal Eleitoral, eles ficarão livres e serão cidadãos que poderão transitar pelo Brasil inteiro”, completou o chefe do Executivo federal.
Ainda segundo Lula, que não citou Bolsonaro nominalmente, “se, na hora que o juiz for julgar, chegar à conclusão de que eles são culpados, eles terão que pagar pelo erro que cometeram”.
A declaração foi dada em entrevista a jornalistas, no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (19/2).
Ainda segundo Lula, que não citou Bolsonaro nominalmente, “se, na hora que o juiz for julgar, chegar à conclusão de que eles são culpados, eles terão que pagar pelo erro que cometeram”
A declaração foi dada em entrevista a jornalistas, no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira (19/2).
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