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Joël Guerriau é acusado de administrar ecstasy a uma convidada sem consentimento; Ministério Público confirmou investigação em Paris

 O senador francês Joël Guerriau foi detido em Paris nesta quarta-feira (15) sob suspeita de ter drogado e agredido sexualmente uma convidada em sua residência. De acordo com reportagem da CNN, o Ministério Público de Paris confirmou a situação, alegando que o político é acusado de administrar ecstasy a pessoa, sem o seu conhecimento, com intenção de violação ou agressão sexual.

“Confirmo que este senador foi colocado sob custódia policial, na quarta-feira à noite, na sequência de uma denúncia, por administrar a uma pessoa, sem seu conhecimento, uma substância suscetível a alterar o seu discernimento ou controle das suas ações, para cometer uma violação ou agressão sexual”, diz o Ministério Público, em resposta enviada por e-mail.

A pena para essa infração pode chegar a cinco anos de prisão, além de uma multa de 75 mil euros. O senador permaneceu sob custódia policial na manhã seguinte à detenção.

Embora duas fontes próximas ao caso tenham mencionado que a mulher afetada seria uma deputada ao Parlamento, o Ministério Público optou por não comentar essa informação. O caso está sendo investigado pela 3ª Delegacia de Polícia Judiciária.

Joël Guerriau, de 66 anos, é membro do partido de centro-direita Les Indépendants, do ex-primeiro-ministro Edouard Philippe, parte da maioria presidencial. Ele atua como secretário do Senado e vice-presidente da Comissão dos Negócios Estrangeiros, da Defesa e das Forças Armadas. Ele foi eleito senador em 2011, representando a região de Loire-Atlantique, no oeste da França, e anteriormente trabalhou como banqueiro.

Christophe Béchu, ministro da Transição Ecológica e secretário-geral dos Independentes, expressou surpresa e consternação diante da notícia. “Se for verdade, é terrível. Amanhã de manhã, às 9 horas, nos reuniremos em um gabinete político”, durante o qual a situação será “obviamente será discutida”, afirmou Béchu. O secretário-geral disse ainda que “obviamente o senador não pode permanecer no partido” se os fatos apresentados forem confirmados.

Com informações do Brasil 247

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