O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) realizou uma cerimônia ecumênica no Palácio do Planalto nesta sexta-feira (8) para marcar os cinco anos desde sua libertação da prisão da Polícia Federal em Curitiba. O evento contou com a presença de líderes religiosos que o visitaram durante o período de detenção.
Lula foi preso em 2018 na Operação Lava Jato, após ser condenado em segunda instância em dois processos, um deles confirmado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele passou 580 dias detido na Superintendência da PF em Curitiba, no caso do triplex do Guarujá, se entregou à polícia em 7 de abril de 2018 e foi libertado em 8 de novembro de 2019.
Em suas redes sociais, o presidente compartilhou imagens da cerimônia ao lado de sua esposa, Janja Silva, e expressou gratidão pelo apoio que recebeu ao longo do tempo na prisão. “Hoje faz cinco anos que recuperei minha liberdade em Curitiba. Convidei para uma cerimônia ecumênica todos os religiosos que me visitaram durante os 580 dias em que estive preso”, escreveu Lula em seu Instagram.
As condenações de Lula foram inicialmente proferidas pelo então juiz Sergio Moro e pela juíza substituta Gabriela Hardt, ambas relacionadas aos casos do triplex do Guarujá e do sítio de Atibaia. As penas foram ampliadas pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), mas mais tarde reduzidas pelo STJ.
No entanto, em decisões posteriores, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou as condenações após considerar Moro suspeito no julgamento dos casos. Antes mesmo desse julgamento, Lula foi libertado quando o STF aboliu a possibilidade de prisão antes do esgotamento de todos os recursos nas instâncias superiores.
Durante a operação, Lula foi defendido pelo advogado Cristiano Zanin, que teve grande destaque na defesa do ex-presidente. Em reconhecimento, Lula indicou Zanin para o STF em junho de 2023, onde ele passou a atuar como ministro da Corte.
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