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Mundo secreto do bilionário era marcado por tráfico sexual de menores, visitas de celebridades e muito luxo

A prisão do bilionário americano Jeffrey Epstein em julho de 2019 trouxe à tona um turbilhão de revelações sobre sua ilha particular, a Little St. James, situada no Caribe. Os 283 mil metros quadrados da ilha eram palco de um escândalo internacional de tráfico sexual, o que levou Epstein à prisão, mas para os moradores próximos, não era segredo que o magnata frequentemente levava meninas menores para o local, mesmo após investigações por crimes sexuais, destaca reportagem do jornal O Globo.

Nesta semana, documentos judiciais relacionados a Epstein foram revelados, destacando a estreita relação que ele mantinha com figuras proeminentes da política mundial, incluindo ex-presidentes dos Estados Unidos e membros da realeza britânica, como o príncipe Andrew, este último acusado de abuso sexual e posteriormente envolvido em um acordo com uma suposta vítima em 2022.

Testemunhos obtidos pela Vanity Fair revelam relatos chocantes de funcionários do aeródromo da ilha, testemunhando Epstein embarcando em seu avião particular acompanhado por jovens meninas. Um ex-controlador de tráfego aéreo descreveu episódios em que viu Epstein com meninas, algumas aparentando não ter mais do que 16 anos, carregando sacolas de lojas de luxo, não pertencentes à ilha, o que gerava suspeitas sobre suas origens.

Outro funcionário relatou que Epstein pousava na ilha em média duas vezes por mês, trazendo garotas que pareciam estar no ensino médio e utilizavam moletons de faculdade como disfarce. Estes testemunhos reforçam a imagem de um criminoso sexual movendo-se abertamente, deixando os moradores indignados, mas incapazes de agir, muitos ignorando os sinais devido às generosas gorjetas oferecidas por Epstein.

A ilha, conhecida por alguns como a “ilha do pedófilo”, foi apontada como o epicentro de uma rede internacional de tráfico sexual, segundo acusações contra Epstein. Autoridades descreveram a Little St. James como um refúgio para o tráfico de mulheres jovens e meninas menores de idade, dificultando sua libertação e proteção.

Recentemente vendida por menos da metade do preço original a um investidor, a ilha está prestes a ser transformada em um resort de luxo, encerrando um capítulo sombrio em sua história. A pequena ilha nas Ilhas Virgens Americanas, comprada por Epstein em 1998, foi palco de atividades ilícitas, escondendo um complexo luxuoso que chamava atenção das autoridades desde 2007, quando seu programa de construção levantou suspeitas.

Com informações do Brasil 247

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